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' ...Existe somente umα idαde pαrα ser feliz. somente umα épocα nα vidα de cαdα pessoα em qe é possível sonhαr, e fαzer plαnos e ter αlegriα bαstαnte pαrα reαlizα-los. essα idαde tão fugαz nα vidα dα gente chαmα-se PRESENTE. e tem α durαção do instαnte qe pαssα!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Amor e a Loucura

Tempos atrás, viviam duas crianças, um menino e uma menina 
que tinham entre quatro e cinco anos de idade. O menino chamava-se Amor e a menina, Loucura. 
Amor sempre foi uma criança calma, doce e compreensiva. Já a Loucura era muito emotiva, passional e impulsiva, entretanto,apesar de todas as diferenças, as crianças cresciam juntas, inseparáveis: brincando, brigando...  
Houve um dia, porém, em que o Amor não estava muito bem, e acabou cedendo às provocações de Loucura, com a qual teve uma discussão muito feia. Ela não deixava nada barato; estava furiosa como nunca com o Amor, e começou a agredi-lo, não só verbalmente, como de costume.  
 A menina estava tão descontrolada que agrediu o garoto fisicamente e, antes que pudesse perceber, arrancou os olhos do Amor. 
O Amor, sem saber o que fazer, chorando, foi contar à sua mãe, a Felicidade , o que havia ocorrido.  Inconsolada, A Felicidade implorou a Sabedoria que ajudasse seu filho e  que castigasse Loucura. A Sabedoria, por sua vez, ordenou que chamassem a garota para uma séria conversa. Ao ser interrogada, a menina respondeu, como se estivesse com a razão, que o Amor havia lhe aborrecido e que foi merecido tudo o que aconteceu. Embora soubesse que não fora justa com seu amigo,
a menina - que nunca soube se desculpar - concluiu dizendo : que a culpa havia sido do Amor, e que não estava nem um pouco arrependida.
 A Sabedoria, perplexa com a aparente frieza daquela criança,disse que nada poderia fazer para devolver a visão ao Amor,
mas ordenou que Loucura estaria condenada a guiá-lo por toda a eternidade, estando sempre junto ao Amor em cada passo que este desse.
E até hoje eles caminham juntos.  Onde quer que o Amor esteja, com ele estará Loucura, quase que fundidos numa só essência, tão unidos que por vezes não se consegue definir onde termina o Amor e onde começa a Loucura. É também por isso que se costuma dizer que o Amor é cego. A verdade é que o Amor tem os olhos da Loucura.  
(Autor desconhecido)

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